Direita quer lotar Avenida Paulista e encher todos os 18 quarteirões em apoio a Bolsonaro

Folha do Araripe

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Jair Bolsonaro (PL) estará presencialmente no ato convocado por ele, marcado para o último domingo de fevereiro (25), às 15h, na Avenida Paulista, em São Paulo. A expectativa do ex-presidente da República é reunir o maior número de apoiadores, no intuito de registrar a maior manifestação popular já ocorrida na Paulista.

Nos bastidores, Bolsonaro tem dito aos aliados que o seu pronunciamento será em compromisso integral de “defender o Estado democrático de direito”, além de projetar ao mundo inteiro o que está acontecendo no país.

De acordo com o direitista, que é o principal nome de oposição ao governo Lula, os veículos de imprensa do Brasil e do exterior estarão todos atentos, olhando para essa mobilização e noticiando o que pode ser a maior manifestação de todas.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele fez um apelo aos seus seguidores, solicitando que não levem cartazes ou faixas “contra quem quer que seja”, possivelmente temendo mais retaliações contra ele. Além disso, incentivou ao seu eleitorado que saia às ruas usando as cores da bandeira do Brasil, especialmente as cores verde e amarela.

Jair Bolsonaro também reforçou que todo o ato será em caráter pacífico, sem nenhuma medida que possa ser interpretada como atentado ao Estado Democrático de Direito.

“No último domingo de fevereiro, dia 25, às 15h, estarei na Paulista realizando um ato pacífico em defesa do nosso Estado Democrático de Direito. Peço a todos vocês que compareçam trajando verde e amarelo. E mais do que isso: não compareçam com qualquer faixa ou cartaz contra quem quer que seja”, declarou o ex-chefe do Executivo.

“Nesse evento, eu quero me defender de todas as acusações que têm sido imputada a minha pessoa nos últimos meses. Mais do que discurso, uma fotografia de todos vocês, porque vocês são as pessoas mais importantes desse evento, para mostramos para o Brasil e para o mundo a nossa união, as nossas preocupações e o que queremos”, concluiu.

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