Governo Bolsonaro fecha parceria com México e Brasil passará a fornecer carne bovina para país

Folha do Araripe

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A Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SCRI-Mapa) comunicou nesta segunda-feira (14) a abertura do mercado do México para a carne suína brasileira.

Fruto do trabalho conjunto do Mapa e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), essa abertura de mercado permitirá intensificar o comércio bilateral entre os dois países.

Segundo a SCRI, com isso o Brasil poderá contribuir ainda mais para o combate à inflação e a garantia de segurança alimentar no México. A carne suína do Brasil é reconhecida internacionalmente pela alta qualidade, inocuidade e competitividade.

Com a abertura do mercado mexicano para a carne suína brasileira, o Brasil chegou a 48 novos mercados abertos para os produtos agropecuários em 2022. Desde 2019, o número de mercados abertos chegou a 234.

ABPA celebra abertura de mercado – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio feito hoje pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, sobre a abertura do mercado do México para a carne suína do Brasil.

As habilitações são das plantas frigoríficas do estado de Santa Catarina que, à época da solicitação de acesso às autoridades mexicanas, era a única região brasileira reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como livre de aftosa sem vacinação.

A abertura, na visão do presidente da ABPA, Ricardo Santin, representa uma das mais importantes conquistas para a cadeia exportadora de proteína animal do Brasil.

“O México é, historicamente, um dos três principais destinos das exportações globais de carne suína, com volumes próximos a 1 milhão de toneladas. Falamos de, aproximadamente, 10% do trade global. A abertura é parte das medidas tomadas pelo Governo Mexicano para o controle inflacionário. Neste contexto, o Brasil reforça a sua posição de apoio às nações para a segurança alimentar e para a oferta de alimentos”, ressalta Santin.

De acordo com o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, as exportações brasileiras deverão ser direcionadas à processadores mexicanos, evitando concorrência com a produção local de suínos.

“Vamos atuar em complementariedade à produção mexicana de suínos. Exatamente neste sentido, envidaremos esforços para ampliar a habilitação para plantas das novas áreas reconhecidas pela OMSA como livre de aftosa sem vacinação, como Rio Grande do Sul e Paraná, ampliando ao máximo a capacidade de fornecimento de produtos brasileiros à população do México”, completa do diretor da ABPA.

Fonte: Ascom Mapa e ABPA

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